Vacina contra a gripe A; não, nem obrigado!

Vacina contra a gripe A; não, nem obrigado!

Pela tua saúde,
Pela saúde dos teus filhos, não te deixes vacinar!
A vacina não traz qualquer benefício porque o vírus da gripe A (H1N1, estirpe S-OIV) é mais benigno que o vírus da gripe sazonal (A / H3N2) e os malefícios são catastróficos: risco de contaminação com os vírus da gripe das Aves (A / H5N1), gripe sazonal e gripe Suína (gripe A / H1N1,S-OIV) e, perigo de desenvolvimento de doenças auto-imunes como asma, esclerose, artrite reumatóide e Paralesia de Guilain-Barré (ou GBS - Guilain-Barré Sindrome), entre outras, devido aos coadjuvantes imunitários artificiais adicionados à vacina. A vacina para a gripe A contém o codjuvante ASO3 que multiplica por 10 a resposta imunitária!

O Centre Europeu de Controlo de Doenças estudou os territórios do hemisfério Sul, onde o Inverno já terminou, e verificou que o vírus da gripe A não foi mais mortal do que o vírus da gripe sazonal, mas "preferiu" a população mais jovem; os mais velhos já têm imunudade natural para a gripe A!

A vacina para a gripe A é administrada em trés doses sucessivas; se "o paciente" não ficar doente à primeira, ficará à segunda ou à terceira, pois é impossível resistir a um tal "cocktail" envenenador. É preciso resistir e recusar sermos inoculados com as doenças que certos senhores escolheram para nós. Em França já há desobediência civil contra a vacina.

http://www.youtube.com/watch?v=kqOM1nTgilU - Freira espanhola, faz conferência que se transcreve abaixo:

Gripe A: Uma reflexão e uma proposta

Ao ler este texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública, ninguém poderá deixar de se interrogar sobre a capacidade dos nossos governantes e autoridades de Saúde Pública do país - particularmente Primeiro-Ministro,
Ministro da Saúde e Director-Geral de Saúde - sobre a sua honestidade e o seu grau de dependência em relação aos grandes laboratórios farmacéuticos internacionais.

Teresa Forcades i Vila* - 11.10.09

Dados científicos:

Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/ H1N1, estirpe S-OIV) foram diagnosticados na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].

A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da gripe sazonal [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].

Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].

Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3 559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40 000 e 220 000 pessoas devido à gripe sazonal [7].

Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde - entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendín (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) -, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe sazonal [8].

Irregularidades que têm que ser explicadas:

Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe sazonal; as vacinas tinham que ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta e risco, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram!

Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe sazonal (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais
(OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma dramática realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o
vírus da gripe sazonal) [9].

Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que em todo o mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode ela fazer tal declaração quando, de
acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna do que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade já está imune?

Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência - que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas
políticas que lhe estão associadas - foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].

Consequências políticas da declaração de «pandemia»:

No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].

O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar?

Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no Estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1 000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar)[14].

Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigarem, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos...

É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe sazonal: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar conjutamente a vacina da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por trés os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba
que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas sazonais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe
que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a Paralisia de Guillain-Barré (o doente morre por asfixia, por não poder respirar) [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina
para a nova gripe da vacina sazonal, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantem impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a Paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].

Uma reflexão:

Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que as farmacéuticas e a OMS andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável é o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o milionário investimento
saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.

Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.

No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma Paralisia Guillain-Barré potenciamente fatal.

No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes - entre eles a Directora-Geral da OMS -, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:

1. Que o vírus da gripe A agora a circular sofreu mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.

Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, poderia acontecer, inclusivamente, que servisse de veículo de
transmissão da doença.

Uma proposta:

A minha proposta é clara:

Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas, com bom senso, em Espanha e noutros países, nomeadamente Inglaterra e Alemanha. Já há prostestos e desobediência civil em França e processos nomeadamente no Tribunal de Grenoble. Em Portugal, uma circular emanada da Direcção-Geral de Saúde obriga os médicos a anotarem na ficha do paciente que este "se recusa" a ser vacinado!

Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não sejam privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de
serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar doença grave ou a morte.

Notas:
[1] Zimmer SM, Burke, DS. Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279
[2] 'The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens', Zimmer, Burke, op. cit., p. 282
[3] Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279
[4] Doshi, Peter. Calibrated response to emerging infections. BMJ 2009;339:b3471
[5] US Centers for Disease Control and Prevention. Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine. MMWR 2009; 58:521-4.
[6] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu).
[7] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu)
[8] Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol '09): Debré: 'Cette grippe n'est pas dangereuse'; cf. La Razón (4 septiembre '09): Rodríguez Sendín: Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A
[9] Cf. Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.
[10] http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009
[11] Cohen E. When a pandemic isn't a pandemic.CNN,4demayo'09.http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/05/04/swine.flu.pandemic/index.html
[12] Doshi Peter Calibrated response to emerging infections VMJ 2009;339:b3471
[13] Falkiner, Keith. Get the rushed flu jab or be jailed. Irish Star Sunday, 13 septiembre '09.
[14] Senate Bill n. 2028: An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth. 4 agosto'09. Cf. Moore, RT. Critics rage as state prepares for flu pandemic. 11
Septiembre '09. WBUR Boston.
[15] Cf. Vaccination H1N1: méfiance des infirmières. www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H1N1-mefiance-des.htlm
[16] Stobbe, Mark. Legal immunity set for swine flu vaccine makers. Associated Press, 17 Julio '09.

Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de
Saúde Pública, Madrid, (www.casmadrid.org), em Setembro de 2009.

* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San
Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública,
especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque,
autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».

Tradução de José Paulo Gascão

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