.../ Chernobil – e ontem mesmo Fukushima – vieram a mostrar que a queda do Muro não bastava para afastar o espectro da morte, talvez apenas demonstrando a demagogia oca dos municípios livres de armas nucleares. O armamento nuclear é apenas a jóia da coroa, da lógica industrial insaciável, de um sistemático modelo de controlo totalitário das populações assente em exércitos e na indústria militar que ora está na Coreia, ora está em Beja. A oposição a essa lógica, aqui rebaptizada de desenvolvimento pelo cluster aeronáutico para o Alentejo, começa por decidir como nos situamos perante a mesma. Aceitando ou assobiando para o lado, sem juntar as peças da engrenagem militar que nos vendem como progresso, ou recusando a mesma. Para que o Dia Seguinte não seja um ponto de não retorno. /...
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