"A nossa sociedade não tem interesse em curar doenças, porque curar doenças não dá lucro! (...) ".

"A nossa sociedade não tem interesse em curar doenças, porque curar doenças não dá lucro! (...) ". - Anete Guimarães -

Investigadora e psicóloga carioca que se junta a uma enorme corrente mundial que divulga estas e outras informações de interesse público.

O título da palestra engana :-) ...

Sei, por experiência de alguns anos, que tudo aquilo que esta palestrante e muitos médicos dizem e muito daquilo que não dizem, os que ainda podemos chamar de médicos e muita pessoa bem informada, é a pura verdade, lamento, mas infelizmente é assim, e isto doa a quem doer!!!!

Ainda bem que estamos em tempos de mudança e que toda esta sujeira vem ao de cima!

https://www.youtube.com/watch?v=EKpoqOkh_CM

Eu estou a fazer a minha parte! Vou continuar com a divulgação! Sejamos a mudança que queremos ver no mundo!

Para ver e ouvir com muita atenção! :-)., a não perder!!!!!!!!!!!

Comentários

A nossa sociedade não tem interesse em curar doenças, porque cur

Vagamente relacionado http://onda7.blogspot.pt/2014/10/reflexao-virus-ebola-4.html

A economia política do ébola, por Leigh Phillips.

Se as pessoas infetadas pelo virus do ébola fossem brancas, o problema já estaria resolvido.
Quando em 2009 ocorreu um acidente num laboratório de investigação alemão, os canadianos acudiram prontamente com uma vacina contra o ébola. Por que motivo não se fez o mesmo em relação à África ocidental? O ébola é um problema que não está a ser resolvido porque há poucas hipóteses de fazer dinheiro com a sua cura. É uma doença que não dá lucro.
Cerca de 3.400 pessoas morreram desde que o ébola foi identificado pela primeira vez em 1976. As grandes farmacêuticas sabem que o mercado para combater o ébola é pequeno e os custos para desenvolver o tratamento ainda são enormes. Por isso, há muita gente a dizer para não dedicarmos tanta atenção a esta doença que mata muito menos do que, por exemplo, a malária (300 mil desde o início deste surto do ébola) ou a tuberculose (600 mil).
O National Institute of Allergy and Infectious Diseases desenvolveu uma vacina contra o ébola mas nunca conseguiu financiamento para o lançar no mercado. As grandes farmacêuticas foram, como sempre, forretas, porque sabem que teriam que investir muito para um produto que só é aplicado de 30 em 30 ou de 40 em 40 anos quando há surtos e não morre muita gente nesses surtos e, por isso, as grandes farmacêuticas não iriam ganhar muito com o produto. “Isto é a bancarrota moral do capitalismo perante a ausência de uma base ética e social”, disse, a propósito, John Ashton, presidente da Faculdade de Saúde Pública do Reino Unido.
A grande indústria farmacêutica não está disposta a investir centenas de milhões de dólares num produto que poucas pessoas vão tomar meia dúzia de vezes. Preferem investir em produtos altamente lucrativos destinados a serem tomados para tratar doenças crónicas como diabetes, asma e cancro e que obrigam os pacientes a consumi-los diariamente até ao fim das suas vidas.

Entretanto, já há, pelo menos, 5 empresas, a faturar à grande neste ambiente de pânico generalizado.
Outra começou a trabalhar a contra-relógio para produzir uma droga que possa ainda vir a ser testada durante este período de alarmismo. Tudo com o apoio da Bill and Melinda Gates Foundation, segundo o insuspeitíssimo Wall Street Journal.

Próximo texto para reflexão: Quantos aviões transportando doentes com ébola já fizeram escala nos Açores?