Nós, a TAP, o egoísmo ...

Está anunciada uma greve de 10 dias, na TAP, por parte do Sindicato dos pilotos dos Transportes Aéreos Portugueses. As pessoas estão cansadas de tantas greves, estão cansadas da prepotência de quem manda, de quem nos governa, das mentiras e meias-verdades de todo o lado. O que sobra? Pode não sobrar nada... da TAP!

http://artigosespiritaslucas.blogspot.pt/2015/04/nos-tap-o-egoismo.html

2 comentários:

Anónimo disse...
A greve é um direito adquirido, mas quando ela põe em causa a sobrevivência da
TAP, dos seus trabalhadores, de todos aqueles que estão ligados ao turismo, quando
a mesma greve é prejudicial para todos, então senhores pilotos da TAP, tenham bom
senso e cancelam desde já essa greve. Pensem nos demais, que são a maioria

29 de abril de 2015 às 12:45
Anónimo disse...
A greve é um instrumento para resolver questões laborais, no âmbito da relação trabalhador-empresa, e não é um instrumento de pressão politica. As questões politicas devem debater-se na Assembleia da Republica - muitas greves são para atacar opções politicas.

Para além disso a greve é um direito, sem dúvida, mas não é o único e supremo direito em jogo. Há outros direitos a equacionar: o direito dos utentes dos serviços; o direito dos contribuintes (pois quando uma empresa pública ou de capitais públicos tem prejuízos por greve ou falta de eficiência dos gestores e/ou trabalhadores é sempre o contribuinte que paga, de uma forma ou de outra);

Os pilotos dos aviões comerciais fazem greve, mas, se houver necessidade, para baixar custos, serão outros trabalhadores que serão despedidos e não eles. Fazer greve sem atender às condições económico-financeiras da empresa e aos direitos alheios é mesmo egoísmo, sem dúvida.

Enfim, o direito à greve faz-nos ter vontade que todas as empresas públicas que dão prejuízo sejam vendidas. Todavia, certas empresas privadas também são apoiadas quando dão prejuízo (e quando dão lucro também, por vezes), como os bancos e outros. Tanto somos tramados por um lado como pelo outro. Mas as que não são protegidas, que é a maioria, ou é eficiente ou vai à falência.

A maior parte dos trabalhadores que trabalharam toda a vida na privada, em regra, não fazem nem podem fazer greves, sob risco de ficarem desempregados. E não podem ver com bons olhos os impostos que pagam para que uma minoria possa fazer greve. O direito à greve não é igual para todos...

Enfim, a forma como as greves são realizadas em Portugal, de forma egoísta e irresponsável, fazem-me pensar se o direito à greve não deveria ser suprimido...

Este mundo, visto no curto espaço de tempo de uma encarnação, tem muitas injustiças. Mas a vida espiritual, vista desde a criação do ser espiritual, há milhões de anos, até ao dia presente, de uma perspectiva do espírito, imagino que será justa, pois tenho como crença que o Criador não beneficia nem prejudica nenhum espírito em relação aos outros e que concebeu o universo da melhor forma que podia ser concebido, estando destinada, em devido tempo, a todos nós, a felicidade eterna.

VS

29 de abril de 2015 às 14:19

Comentários

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