EUA vão propor à ONU "acções sérias" contra o regime de Teerão
Pentágono já fez "jogos de guerra" para invasão do Irão
16.04.2006 - 09h18 : Dulce Furtado (PÚBLICO)
Oficiais norte-americanos e britânicos participaram em 2004 num exercício militar de invasão do Irão. A revelação foi feita ontem pelo diário britânico "The Guardian", na mesma semana em que foi divulgado um relatório que dava conta de que a Casa Branca está a ponderar um ataque nuclear a Teerão - notícia desvalorizada, mas não desmentida, pelo Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
O "jogo de guerra" decorreu em Julho de 2004, numa altura em que os EUA, um ano após a queda do regime de Saddam Hussein no Iraque, se preparavam para um eventual conflito entre Bagdad e Teerão. Designado Hotspur 2004, o exercício - feito numa base norte-americana na Virgínia - tinha como alvo da invasão, marcada para 2015, um país fictício chamado Korona, cujas fronteiras e características do inimigo eram, em tudo, idênticas às do Irão.
O chefe da diplomacia britânica, Jack Straw, tem afirmado repetidamente que um ataque ao regime de Teerão é "inconcebível" e negou a participação dos militares ingleses no Hotspur 2004. Mas fonte do Ministério da Defesa não identificada pelo Guardian, confirmou a existência do exercício e explicou que os militares trabalharam com mapas reais.
Em todo o caso, a relevância do Hotspur 2004 foi desvalorizada com o argumento de que "os jogos de guerra são regularmente feitos no Reino Unido, nos Estados Unidos e na NATO". E foram dados exemplos de outros exercícios: de um ataque ao Sul de Inglaterra na semana passada à invasão da Escócia em Janeiro.
Por seu lado, o Irão insiste em não desistir da utilização pacífica da tecnologia nuclear, nomeadamente energética, sob a supervisão da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) das Nações Unidas. É esperado a 28 de Maio um relatório do director da AIEA, Mohamed ElBaradei, depois da visita que fez esta semana a Teerão.
Proposta de sanções
Os Estados Unidos estão determinados em passar das palavras aos actos. A começar por uma proposta para que as Nações Unidas imponham sanções ao Irão. Serão "acções a sério" - o congelamento de bens e restrições aos vistos de entrada a membros do Governo iraniano - de acordo com um anúncio, na sexta-feira à noite, do porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack.
Prevê-se que esta proposta seja apresentada na próxima terça-feira, em Moscovo, em mais uma reunião entre os Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha para discutir o dossier nuclear do Irão.
Os russos, apesar de agastados com o anúncio de que o Irão já faz parte do "clube nuclear" - feito na passada terça-feira pelo Presidente Mahmoud Ahmadinejad -, continuam a envidar todos os esforços para encontrar uma solução diplomática.
"Ainda há hipóteses de chegarmos a um acordo para resolver o problema nuclear iraniano tendo em conta os interesses do Irão e os da comunidade internacional", defendeu ontem o chefe da agência russa de energia atómica, Sergueï Kirienko, citado pela agência Interfax. Por seu turno, o chefe de Estado-Maior das Forças Armadas russas, Iuri Baluïevski, garantiu que "aquilo que o Irão é capaz de fazer hoje [enriquecer urânio] não permite, num futuro próximo ou distante, fabricar uma arma nuclear".
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1254200
Comentários
replica bags
Your comments on this question are pertinent replica bags .And people always do things like and they don't know what they replica handbags are doing at the same time .It is a really common fault .
"Um leitor de Chaves dissecou
"Um leitor de Chaves dissecou o Público e escreveu ao provedor a dar conta dos seus reparos e dúvidas. Optei por dividir a extensa mensagem electrónica de J. B. César em oito partes por uma questão de facilidade de leitura. Se achar pertinente, gostava que se debruçasse sobre os critérios gráficos e editoriais que foram usados em alguns dos títulos da edição do Público de 16 de Abril de 2006, que passo a reproduzir: ‘A sombra de Paulo Portas’ (pág. 14) – A falta de JN0-311 exam submissão do termo ‘sombra’, por aspas ou itálico, a qualquer sentido figurado, pode induzir o leitor a deduzir que o jornal vê na sombra produzida pelo político algo de especial que mereça ser noticiado. Pedi um esclarecimento a José Manuel Fernandes, director do Público. ‘A palavra 1Y0-A05 exam ‘sombra’ não é utilizada apenas no sentido literal de alguém que tira a luz. A palavra possui também um sentido figurativo bem conhecido, consagrado nos dicionários, pelo que se dispensa a utilização de aspas.’ Só por preciosismo linguístico se pode contestar a formulação adoptada JN0-350 exam pelo jornal. ‘Sombra’ também significa (Dicionário de Português – 4ª Edição – Porto Editora) ‘espírito’ e ‘fantasma’ ou, por outras palavras, influência ou presença ilusória.
sohbet yonja forum
sohbet
yonja
forum siteleri
sohbet
yonja
sohbet
kizlarla sohbet
dini sohbet
sohbet
sohbet
sohbet
netlog
islam sohbet
yonja
Sohbet
sohbet
sohbet
bedava chat
kameralı sohbet
sohbet odaları
chat
chatsohbete
sohbet