Opinião

Árvore de Natal sim, Monstro poluidor não!

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,

Professor Carmona Rodrigues:

Sinto indignação por ver o apoio que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) oferece ao monstro de ferro e electricidade que um banco resolveu erguer na Praça do Comércio.

Castor: Wir stellen uns quer - Nós Atravessamo-nos

O bloqueio ao Castor começou na 6af, dia 10 de Novembro em Wetland. Mas, já há algumas semanas que se ouvia falar sobre o Castor na casa onde agora vivo. Na cozinha, na sala..aqui e ali, ouvia-se "Castor, Castor, Ca--s--Tor".
E as preparações começavam, com encontros com algumas pessoas/organizações que iriam participar no bloqueio do Castor, com algumas leituras extras, conversas....pensamentos...

Dívida externa ou dívida ecológica? Quem deve aos Masai e aos Ogoni?

Dia 10 de Novembro surgiram dois apelos ao mundo sobre a cada vez mais grave crise ecológica e social que o planeta e a sociedade enfrentam. O povo Masai pediu uma acção urgente dos países supostamente desenvolvidos, pela sua responsabilidade nas alterações climáticas. Noutros pontos do mundo, activistas relembram o assassinato do dirigente do Movimento pela Libertação do Povo Ogoni (MOSOP), o jornalista Ken Saro-Wiwa.

Ken Saro-Wiwa foi assassinado há 11 anos pelo corrupto regime nigeriano, por liderar o MOSOP numa marcha contra a destruição do ambiente e da subsistência do seu povo pelas operações de extracção e exploração petrolífera da multinacional no Delta do Níger. A Amnistia Internacional considera Saro-Wiwa, defensor da não-violência, um "prisioneiro de consciência". Um tribunal militar condena Saro-Wiwa por homicídio. Governos e organizações de todo o mundo acusam o tribunal de fraude, apelam à libertação do líder e ecologista e tentam levar a Shell a intervir. Sem êxito.

O mais chocante nestas notícia e na situação de povos como os Masai e os Ogoni (que não constituem casos isolados nem pontuais) é a situação de injustiça que ela representa.

Os povos que mantiveram o seu suposto estado de subdesenvolvimento são aqueles que mais vão sofrer. Por um lado, têm o azar da distribuição dos efeitos das alterações climáticas. Por outro possuem uma menor capacidade de adaptação a mudanças climáticas, resultado de uma maior pobreza e maior dependência/ligação com os recursos naturais.

Hoje ainda continuam a ser discutidos os perdões de supostas dívidas externas dos países menos desenvolvidos (a maioria delas já pagas várias vezes devido aos juros). No entanto, a verdadeira dívida é uma dívida ecológica, que nós devemos a esses países por séculos de colonialismo (que continuam através de um neocolonialismo essencialmente económico), que têm vindo a conduzir à expropriação e usurpação dos seus recursos naturais e à destrução do ambiente, para permitir o enriquecimento da "grandiosa" civilização ocidental.

E agora, como lhes podemos pagar? Algum dia iremos declarar voluntariamente o fim da era do petróleo antes que seja tarde demais? Quando vamos ouvir o grito de urgência dos Masai e do povo Ogoni e iniciar o rumo para uma sociedade ecologicamente e socialmente equilibrada?

Dia 4 e 10 de Novembro - Um momento de Reflexão

A HERANÇA

“O Mundo dos nossos Filhos”

A Terra é uma excepção.

Em todo o sistema solar ela é, até onde sabemos, o único planeta habitado.

Nós, humanos, somos uma entre milhões de espécies separadas que povoam um mundo que transborda de vida.

No entanto, a maior parte das espécies que existiram já não existem.

Depois de terem proliferado durante 180 milhões de anos os dinossauros foram extintos até ao último. Não ficou nenhum para contar a sua história.

O ambiente e a crise

O ambiente e a crise
Bernardino Guimarães
http://jn.sapo.pt/2006/10/03/porto/o_ambiente_crise.html

Já cá se sabia - para muitos, a protecção do ambiente é um incómodo, um obstáculo à ultrapassagem da crise económica. Apesar das juras em contrário, é notória, infelizmente, a subalternização dos problemas ambientais face à necessidade de "desenvolver", de fomentar "investimento", de encontrar alavancas de "crescimento". Esse dilema é clássico, existe desde que as primeiras ideias de conservação da natureza surgiram, desde que apareceram contestações diversas ao modelo económico dominante - o adversário sempre foi aquele muro de certezas que significa "sim, isso do Ambiente é muito louvável, mas deixem-nos primeiro tratar das coisas importantes".

OSHO - O mundo nas mãos erradas?

 
mãe gaia
 
 
 
 
 
 
 
 
"Todas as revoluções fracassaram

How do we learn to want less? [en]

Deserto de Taklimakan, China ocidental
 
How do we learn to want less?
The globe downshifted
http://mondediplo.com/2006/01/13degrowth?var_recherche=SERGE+LATOUCHE

THE WORLD AFTER OIL PEAKS [en]

Plan B Book Byte 2006-7
For Immediate Release
May 23, 2006

THE WORLD AFTER OIL PEAKS

http://www.earthpolicy.org/Books/Seg/PB2ch02_ss6_7.htm


Lester R. Brown


Peak oil is described as the point where oil production stops rising and
begins its inevitable long-term decline. In the face of fast-growing

A Educação Ambiental - O problema dos problemas!

mãe gaia
 
A Educação Ambiental - O problema dos problemas!
http://www.ideiasambientais.com.pt/educacao_ambiental2.html

Que futuro para as aldeias de Portugal?

Cinquenta escolas vão encerrar em 2006 apenas na região do Algarve. Este facto é um sintoma da desertificação humana do interior de Portugal que resulta de inúmeros factores que vão desde a desertificação dos solos, ao modelo agrícola vigente, à centralização da produção, à globalização do comércio, entre outros. Mas este facto é também em si mesmo um incentivo ao despovoamento uma vez que a progressiva despedida dos serviços das zonas rurais obriga as populações  a aproximarem-se dos centros urbanos e da zona litoral.

Conteúdo sindicado