Eventos

Auschwitz Molecular na Praça da Figueira - JIGMOD - Dia Internacional Contra os Transgénicos

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Transgénicos Fora do Prato - Milho Granada
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No próximo Sábado, dia 8 de Abril, entre as 14h e as 18h, activistas e artistas convergem na Praça da Figueira para uma “maniperforestação” contra os organismos geneticamente modificados (OGM), no âmbito do Dia Internacional Contra os Transgénicos.

“Bioarquitectura”- Seminário de construção em terra e com fardos de palha

Entre 10 e 14 de Julho, a comunidade da aldeia ecológica de Tamera organizaum curso de introdução à bioarquitectura, o com Prof. Dr. G. Minke, do laboratório de pesquisa para construção experimental, Universidade Kassel, Alemanha. Serão apresentadas possibilidades de construção sustentável de baixo custo com barro, palha e telhados verdes.

MASSA CRÍTICA / BICICLETADA - lisboa e porto

 
Massa Crítica - When the revolution ...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Pic Nic Vegetariano de Primavera - Domingo 2 de Abril - Parque da Cidade

 

Pic - Nic Vegi, Verão 2003
 

O GAIA-Grupo de Acção e Intervenção Ambiental e o Movimento ATMA-Abolição de Todos os Maus Tratos a Animais convidam todos os interessados em saber mais sobre vegetarianismo, veganismo, vida saudável, a participar no próximo picnic, o primeiro deste ano, pic nic de Primavera.

Pic Nic Vegetariano de Primavera - Domingo 26 de Março - Parque da Cidade

Pic - Nic Vegi de Primavera - cartaz 2006O GAIA-Grupo de Acção e Intervenção Ambiental e o Movimento ATMA-Abolição de Todos os Maus Tratos a Animais convidam todos os interessados em saber mais sobre vegetarianismo, veganismo, vida saudável, a participar no próximo picnic, o primeiro deste ano, pic nic de Primavera.

Domingo 26 de Março a partir das 12h no Parque da Cidade. Entrada pela Avenida da Boavista, próximo do lago do núcleo rural. Durante todo o dia teremos várias actividades tais como oficinas, momentos musicais e a inédita feira de trocas, que consiste numa troca informal de tudo o que a imaginação dite. Mais concretamente será disponibilizada uma área própria para os objectos em exibição. Quem sabe se alguém já não quer aquilo que outra pessoa tanto procura.

Benefit para a Rede Portuguesa de Sementes

Concerto de comemoração do Dia Mundial contra os Transgénicos a 8 de Abril no Zaragata em Setúbal (Estrada da Graça, nº 190).

Este concerto visa ainda reunir fundos para a recém criada Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais - Associação Colher para Semear. Esta rede tem como principla objectivo proteger a biodiversidade agrícola portuguesa, recuperando e mantendo vivas as sementes portuguesas tradicionais, e acima de tudo sem transgénicos.

 

Benefit RPS 8 Abril
 

Activistas sociais e ecológicos juntam-se, no Porto, em acção simbólica pela paz mundial e contra todas as guerras

Invasão IraqueNo 3ª aniversário da invasão militar do Iraque e do início da guerra,

ACTIVISTAS SOCIAIS E ECOLÓGICOS JUNTAM-SE, NO PORTO, EM ACÇÃO SIMBÓLICA PELA PAZ MUNDIAL E CONTRA TODAS AS GUERRAS
Junta-te tu também!

Apelo "Dêem uma Oportunidade à Paz"

 

Invasão Iraque
 

 
Apelo "Dêem uma Oportunidade à Paz",
redigido por ocasião do terceiro aniversário do
início da guerra contra o Iraque. Os/as
subscritores/as do Apelo promovem um Acto Público
Contra a Guerra, na sexta feira, dia 17, às 19:30, no cinema King em Lisboa.
Convidando-vos a participar nessa iniciativa,
divulguem este texto pelos vossos contactos.

Apelo
Dêem uma oportunidade à Paz!

 Três anos passaram sobre a invasão do Iraque e a marcha  da democracia, triunfalmente  anunciada pela Administração Bush, revela-se um terrível embuste. O Iraque sintetiza bem os danos que as doutrinas neo-conservadoras estão a causar à Humanidade, justificando o expansionismo militar em nome da democracia, torturando em nome dos direitos humanos e usando armas químicas em nome da civilização. Hoje, o Iraque está à beira da guerra civil, e a Paz surge cada dia mais distante.

A invasão do Iraque não trouxe nem a democracia nem a Paz ao Médio Oriente. Israelitas e palestinianos parecem mais longe do que nunca de uma Paz justa e duradoura; nenhum passo democrático se descortina nas monarquias teocráticas do petróleo em relação às mulheres e aos direitos dos imigrantes; no Irão, o regime isola-se e choca o mundo com ambições e revisionismos obscenos; no Egipto, o governo manipula abertamente as eleições pondo a nu a hipocrisia do Ocidente; no Afeganistão reorganizam-se os talibans e o comércio do ópio; de Istambul a Carachi e de Ramallah a Rabat, quem se reforça são os islamistas mais sectários.

Três anos depois da invasão do Iraque, o mundo está mais injusto e muito mais perigoso, à beira da proliferação em cascata de armas nucleares de destruição maciça. A falta às obrigações de desarmamento por parte das potências nucleares é, aliás, um incentivo para que novos actores se tentem armar. As relações internacionais encontram-se reféns desta escalada,  do desprezo pelo Direito Internacional, do enfraquecimento das Nações Unidas, e do sacrifício dos Direitos Humanos no altar da «guerra contra o terrorismo».

Cientes de que a resposta à banalização da guerra constitui um indeclinável dever de cidadania, e solidári@s com quant@s, a 18 de Março, por todo o mundo, se vão manifestar pelo fim da ocupação do Iraque, @s signatários

- Exigem a fixação de um calendário de retirada das tropas ocupantes do Iraque, condição de uma solução política que garanta a paz e a unidade do Estado iraquiano.
 - Apelam a um acordo político sobre o programa nuclear iraniano, que impeça a sua deriva armamentista, exigindo, simultaneamente, das potências nucleares a responsabilidade de se comprometerem com uma estratégia para o seu próprio desarmamento, como o Tratado de Não Proliferação Nuclear prevê no seu artigo VI.
  - Rejeitam a amálgama entre Islão e terrorismo, bem como os revisionismos e incitamentos anti-semitas, que os instigadores do “choque de civilizações”, a Oriente e Ocidente, vêm utilizando para preparar as respectivas opiniões públicas, quer para futuras acções militares, quer para novas e mais restritivas políticas quanto à imigração.

Antes que seja de novo tarde demais, mobilizemo-nos! Só a Paz traz a Paz!

Subscrevem
Ana Gomes, Padre Anselmo Borges, Boaventura de Sousa Santos, Domingos Lopes, Elisa Ferreira, Fernando Nobre, Frei Bento Domingues, Isabel Allegro, José Manuel Pureza, Luís Moita, Maria João Seixas, Miguel Portas, Pedro Bacelar Vasconcelos, Viriato Soromenho Marques



10º Aniversário do GAIA

ENTRADA LIVRE

Cartaz Aniversario 10 anos _ pequeno
 
 
Ciclo de Video Aniversário 10 Anos GAIA
 
 

Rossport Solidarity Camp, Ireland [en]

 
shell - hell - rossport solidarity camp 2
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Hello friends,
 
This weekend sees the reopening of the Rossport Solidarity Camp in Mayo, Ireland, in support of the 'Shell to Sea' campaign. Last year 5 men ( The Rossport Five' were jailed for 3 months for stopping Shell from laying a raw gas pipeline on their land. A campaign evolved to get the men released from jail and to keep Shell out of the lands in Rossport.
 
Shell want to build a pipeline from the sea shore to a refinery site 10km inland.
The 'Shell to Sea' campaign wants them to build this refinery offshore.
 
The Rossport Solidarity camp, which was set up in June 2005, helps the local campaigners in physically blockading Shell from doing any work on the 'Corrib Gas Project' and we have been very successful. Shell were stopped from doing all work on this project last year. Shell are now preparing to restart work on the project when the 'construction season' starts in early Spring ... any day now! We will be there to block them again until they agree to the proposal for an offshore refinery.
 
Last year's camp was set up on the land of one of 'The Rossport Five' (See photo report here: http://www.indymedia.ie/article/71391 ) This years camp will be on beautiful Glengad Beach, an unspoilt and remote special area of conservation and the first point at which Shell want to land their pipeline from sea.
 
People have came to the camp from all over Ireland, from Britain, Europe, New Zealand and the United States. We also organised two gatherings, at the start and end of the Summer, which were attended by hundreds of people.  The winter was spent mostly concentrating on gathering materials and publicity work, which included several speaking tours of Britain and Ireland, and participation in the World Social Forum in Venezuela. Right now we are getting ready to reopen the camp.

Work is shared by all participants who are given equal voice in deciding the day to day running of the camp. The camp needs people to come for 3 days or 3 months. We’re not looking for ‘experts’ specifically, we would like as many people to be involved as possible. Our goal is to stop Shell obviously, but it's also a real opportunity to be an example of how ordinary people can come together and share skills & equipment, ideas & energy to make a diverse and functioning healthy protest camp.

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