Consumo

GAIA na Rua de S. Francisco

Vídeo de apresentação do GAIA e da Casa da Horta e das actividades desenvolvidas pelas duas associações - Feira de Trocas mensal, actividades no espaço da Rua de S. Francisco,...

 

Entrevista sobre a Feira de Trocas aqui (dia 15-04-09)

 

Dia 1 de Abril, dia das Mentiras Financeiras

O GAIA participou com a rede "que alternativas" no dia 1 de Abril, no dia das mentiras financeiras. Durante 2h, um grupo de activistas "executivos" com nariz de pinóquio andou por Lisboa a distribuir mentiras financeiras. Ao mesmo tempo que se distribuíram mentiras, também se conversava com quem andava pelas ruas e debatia-se um pouco o que estava em causa naquela acção e no dia das mentiras financeiras.

Entre os "executivos" também estava representado um banco que ia pedindo dinheiro pelas ruas, para superar este momento de "crise" que passa. O banco era representado por um saco de dinheiro bem recheado contrabalançando com um saco muito pequeno que representava a segurança social.

Aqui está a lista de mentiras que se distribui nesse dia:

Mentira: A crise foi criada porque alguns banqueiros foram gananciosos "demais" e enganaram o sistema
Verdade: A ganância é a base do sistema capitalista, foi a procura de lucros cada vez mais altos que levou a que os especuladores ignorassem os riscos cada vez maiores de colapso do sistema. A crise expôs algumas fraudes, mas ela teria existido mesmo sem ilegalidades.

Feira de Trocas à beira-rio

Na tarde de dia 8 de Março o GAIA, juntamente com a Casa da Horta e a Junta de Freguesia de S. Nicolau, promoveu uma Feira de Trocas aberta ao público que passeava pela marginal.

A partir das 15h as bancas foram sendo preenchidas por bens e serviços prontos a serem trocados.

Roupa, objectos de decoração, livros, discos, era possível encontrar um bocadinho de tudo!

A área da feira foi dividida em zonas de troca directa, em que a troca era negociada entre os participantes e zonas de troca livre, onde cada um podia colocar e resgatar "mercadorias".

Na zona de troca de serviços ofereceram-se massagens, muito benvindas depois do esforço de carregar  vários caixotes em plena tarde de sol.

Na última meia hora da feira realizou-se uma oficina de Yoga do Riso, fechando a feira com muitas gargalhadas e boa disposição.

A próxima Feira de Trocas terá lugar já no primeiro domingo de Abril.

 

Um ano de luta em defesa do Bolhão!

 

UM ANO DE LUTA EM DEFESA DO BOLHÃO
(24.1.2008 - 24.1.2009)

Este sábado completa-se precisamente um ano de luta pela reabilitação do nosso Mercado do Bolhão.

Os cidadãos do Porto mobilizaram-se para impedir um dos maiores atentados ao Património humano e arquitectónico da cidade, conseguindo vitórias que muitos julgavam impossíveis.

Ao lado dos comerciantes do Bolhão vencemos a batalha contra a transformação do Mercado de frescos em mais um Centro Comercial, impedindo a sua alienação por uma multinacional holandesa.

ESTE SÁBADO APARECE NO BOLHÃO !

Numa acção de balanço, informação e solidariedade com os comerciantes.
Porque a luta vai continuar, até que o Bolhão seja reabilitado, com respeito pelos comerciantes e pelo património arquitectónico.

www.pic-porto.blogspot.com

Hei Ho, é para a horta que eu vou :-))

GAIA ajuda a criar horta para criançasO GAIA comprometeu-se em activar uma horta na Escola Verdes Anos em Lisboa. A ideia consiste em o GAIA cooperar (com os pais da escola e os alunos) na re-iniciação da horta que há uns anos ali existiu. Após esta energia de activação inicial fornecida por todos para o começo da horta, esta será mantida no futuro, nos tempos livres dos alunos e pais.

E foi no mês de Dezembro que  os trabalhos na "horta dos anões" começaram, com a ajuda dos alunos, pais e de voluntários GAIAtos. No primeiro fim-de-semana de recuperação da horta, esta deu grandes avanços. E como a vontade era grande, moveram-se montanhas, terra, entulho, árvores mortas e resíduos na horta. Assim, construi-se um compostor (ainda é necessário mais um!), traçou-se a área definitiva da horta (limpando-a, deixando alguns canteiros com o ecossistema intacto, e zonas livres para dar asas à imaginação de cada grupo da escola Verdes Anos) e foram removidas cerca de uma dezena de árvores mortas.  (lê mais neste artigo>>>)

Merry-Happy Eco-Natal!!!

O Econatal é uma forma alternativa de festejar o Natal, onde o importante não é o valor económico do que se oferece, o importante é oferecer de forma muito especial: dar um pouco de ti, dar uma prenda ecológica, dar ajudando em vez de destruindo! O GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, no âmbito das iniciativas internacionais associadas ao DIA SEM COMPRAS (Buy Nothing Day) e NATAL SEM COMPRAS (Buy Nothing Christmas), coloca à disposição um site original com dicas e conselhos preciosos para que possamos evitar, ao contrário do que normalmente e ainda que de forma inconsciente fazemos, participar na destruição do ambiente, na exploração de trabalhadores e na feroz alienação comercial; para que todos, e também o nosso planeta, possamos celebrar um Natal realmente Ecológico e de acordo com o seu espírito original. vê o nosso website do eco-natal!

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http://gaia.org.pt/econatal/

Compra até rebentar! Dia sem compras em Lisboa!

O dia "sem compras" não é novo! E já há muitos anos o GAIA celebra este dia como forma de alertar para a relação directa entre o consumir desnecessariamente e destruir recursos não renováveis e fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. Esta relação contínua a ser complicada para a sociedade em geral de compreender. Mas, afinal basta agarrar no brinquedo que se compra, por exemplo na época de Natal, e fazer uma análise cronológica (para trás) desde, o momento que está nas nossas mãos até o momento em que era "nada"! Ora tentem lá? Quais as etapas que um brinquedo "vive" para ser produzido?

Resposta ao Jornal Público - Dia Sem Compras

    Estou a escrever em nome do GAIA, em resposta ao artigo publicado no dia 2 de Dezembro no Público escrito por Helena Matos intitulado, "Há dias que não se entendem".
    A autora começa por deixar entender que os voluntários do GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental), não tem mais nada que fazer (não trabalham?) e por isso envolvem-se em conceitos disparatados, como tentar fazer com que sejamos mais ecológicos e éticos para com o planeta e outros seres humanos que além de terem o horário preenchido e mais preenchido que o nosso aqui no primeiro mundo ainda nem recebem o suficiente para se alimentar.
    O estereótipo de que as pessoas que se envolvem em associações não trabalham é frequente, mas convido já a Helena Matos a vir conhecer os membros do GAIA para ver o quanto eles trabalham. E mesmo que não trabalhassem, se estivessem a fazer voluntariado isso não seria de louvar? Ou quem está desempregado deve ficar em casa à espera de trabalho sem se mexer para outras coisas porque aquilo que pode fazer não tem valor económico neste sistema?

Dia Sem Compras - 29 de Novembro

No Sábado, 29 de Novembro, Dia Internacional Sem Compras, o GAIA - Grupo de Acção e Intervenção foi para as ruas assinalar este dia com a pretensão de contribuir para uma reflexão sobre os hábitos de consumo e apontar a(s) injustiça(s) do sistema capitalista. Pretende-se recriar novas ideias e novas formas de vida, respeitando a terra e a natureza, e reduzindo o consumo ao essencial.
Realizou-se também na Casa da Horta uma feira de trocas, na qual GAIA participou, na sede do GAIA, feira organizada pela Associação Cultural Casa da Horta e que se realizou no seu interior devido à enorme chuvada que se fez sentir neste dia. Mesmo assim cerca de 2 dezenas pessoas compareceram para trocar e trocou-se alguns produtos, assim como se apontou serviços num quadro para possíveis trocas no futuro. Este quadro vai estar sempre na Casa da Horta e pode ser actualizado e utilizado por tod@s.

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DIA SEM COMPRAS

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Celebra-se o "Dia Sem Compras" por muitos países fora, no último fim de semana de Novembro. Dizem as estatísticas, que é neste fim de semana que as pessoas acabam por gastar mais dinheiro, não alheios à proximidade do Natal, que nos  é insistentemente recordada há já algumas semanas com iluminações que vão desde as zonas comerciais até ao Cristo Rei. 

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