(Não-)Violência

Contra a NATO: Continuando a luta - até ao pico em Portugal (e depois)

De 15 a 18 de Outubro, uma série de reuniões tiveram lugar em Berlim, para discutir a continuação do trabalho contra a NATO e contra a guerra no Afeganistão, depois de Estrasburgo. Um enfoque especial foi posto
na cooperação entre grupos a nível europeu e internacional.
 
Em 15 de Outubro, os grupos que participaram no bloqueio não violento de FORA NATO / OTAN-ZU, em Estrasburgo, foram: a Werkstatt für gewaltfreie Aktion Baden, Komitee für Grundrechte und Demokratie, DFG-VK da Alemanha,  Guerra Resisters 'International, Vredesactie (Bélgica ), AA-MOC (Espanha), ofog (Suécia), Trident Ploughshares (Inglaterra), AKL (Finlândia), Plataforma Anti-Guerra, Anti-Nato (PAGAN - Portugal), Ne zakladnam (República Tcheca), Mirovna Akcija (Macedônia) e alguns mais.
 

[Grécia] Outro imigrante morre após espancamento por parte da polícia; a ocupação policial “socialista” continua em Exarchia

[Grécia] Outro imigrante morre após espancamento por parte da polícia; a ocupação policial “socialista” continua em Exarchia

Na noite de 26 de setembro, quinze policiais invadiram a casa de Maomé Atif Kamran, 25 anos, que morava no subúrbio de Nikaia, em Atenas, gritando e batendo nele e na sua família. Nesse momento, havia uma denúncia contra Kamran de agressão a uma criança. Testemunhos de vizinhos dizem que ele foi arrastado da sua casa com tanta agressividade que a sua cabeça a cada passo batia no chão. Ele foi levado para a delegacia local, que tornou-se uma câmara de tortura. Ele foi detido por dois dias, durante o qual foi submetido a espancamentos brutais (ele tinha as mãos e os pés amarrados) e choque elétrico. No segundo dia, a pessoa que fez a denúncia à polícia, disse não reconhecer Kamran e que a polícia havia prendido a pessoa errada. A família de Kamran e os vizinhos sabiam de sua tortura pela polícia, mas o medo os impediu de levá-lo para um hospital porque era um indocumentado (imigrante ilegal). Em 10 de outubro, Kamran morreu.

JANTAR POPULAR HOJE NO ADAMASTOR

Este mês de Outubro o Jantar Popular continua a passear pelas ruas de Lisboa.
Hoje, dia 8 de Outubro, vamos estar:
20H30
MIRADOURO DE SANTA CATARINA (ADAMASTOR)
Até lá!

* * *O que é o Jantar Popular?

- Um Jantar comunitário vegano e LIVRE DE OGMs que se realiza todas as Quintas-feiras no Grupo Desportivo da Mouraria (salvo excepção como esta)
- Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários do Centro Social do GAIA. Para colaborar, cozinhar, montar a sala basta aparecer a uma Quinta-feira a partir das 16h30.
- Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do Centro Social do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
- Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço normal são 3 euros.
- Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
- Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Manifestante assassinado nos protestos contra o FMI na Turquia

Um manifestante morreu ontem durante os protestos contra o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM), que celebram a sua assembleia anual em Istambul, na Turquia. Mais de uma centena de manifestantes foram detidos nos protestos convocados por estudantes e sindicatos. O manifestante, Ishak Klavo, de 55 anos, morreu de ataque cardíaco, na sequência de uma ofensiva da polícia com gás lacrimogénio. Este incidente assemelha-se à morte do manifestante inglês Ian Tomlinson durante os protestos contra o G20 em Abril deste ano. Na altura, a polícia negou qualquer responsabilidade, mas um video publicado pelo Guardian uma semana depois mostrou agressões da polícia à vítima momentos antes da sua morte.

Polícias e militares hondurenhos reprimem protesto universitário contra o golpe de Estado

Policías y militares desalojaron violentamente a miles de universitarios que protestaban contra el golpe de Estado y para exigir el regreso del legítimo presidente presidente, Manuel Zelaya, en una avenida de la capital hondureña

La rectora de la UNAH, Julieta Castellano, que intentó intervenir para calmar los ánimos, fue golpeada por los policías que la lanzaron al suelo, lo mismo que otros directivos universitarios y el presidente del Comité para la Defensa de los Derechos Humanos en Honduras, el abogado Andrés Pavón.

Los estudiantes fueron reprimidos por policías antimotines, que acordonaron la zona minutos después del inicio del bloqueo, lanzando bombas lacrimógenas y chorros de agua desde una tanqueta.

Los estudiantes se refugiaron en la Ciudad Universitaria hasta donde fueron perseguidos y golpeados por la Policía.

Algunos estudiantes se armaron de piedras y palos para tratar de defenderse de los policías, quienes se protegieron con escudos.

Apelo à mobilização por Honduras soberana

A las organizaciones de LVC y otras organizaciones del mundo.

Por la situación que ya conocemos de Honduras, del Golpe de Estado en la
madrugada del 28 de junio, volvemos a convocar a las Organizaciones sociales
de todos los países, especialmente a las miembras de La Via Campesina, a que
coordinen en sus países la denuncia, rechazo, condena de este golpe.

Las informaciones que recibimos de Honduras, es que el pueblo sigue
movilizado y que muchas personas, incluso dirigentes de CLOC/Via Campesina
de Este País están con persecución y con ordenes de captura y para esto nos
convocamos a la movilización.

En cada país, hacer movilizaciones en las embajadas y mantenernos en
comunicación sobre el tanto.

Sábado, día 04 de julio, será el día en que el Presidente Zelaya volverá a
Honduras acompañado por diversos presidentes, por instituciones
internacionales y por movimientos sociales. Junto a esta comitiva estara una
comisión de LVC con representantes de Europa, norte america, sudamerica y
centro america. Estaremos solidarias/os en movilización en este momento.

Att.

La Via Campesina Internacional.

Escolhas pela Arte Jovem na Mouraria!

Este sábado, dia 20 de Junho, o ConTactoCultural, GAIA,  e Grupo Desportivo da Mouraria dinamizaram uma tarde de partilha de experiências entre jovens dentro do programa Escolhas.

O encontro partiu com a expectativa de:

-partilha de experiências e contactos entre jovens de diferentes contextos (Outurela-Portela e Lisboa) e participantes em movimentos/vertentes artísticas diversificados ( Música, Dança, Teatro, Artes Gráficas,...)

- trocar ideias sobre a questão das Artes e Movimentos Juvenis e a influência que as suas intervenções podem ter na cidade/sociedade;

Durante a tarde houve partilha (por vezes de forma prática) de experiências sobre o que cada grupo de afinidade faz dentro da comunidade onde vive. Um  ponto alto desta tarde, foi o conhecimento de um estilo de dança, Tectonic, que entusiasmou todos os que viram a aprender e divulgar.

No final, para o GAIA esta experiência foi bastante positiva. Nesta tarde houve oportunidade de contactar com jovens que ficaram motivados em conhecer melhor o GAIA e, o GAIA ficou motivado em conhecer os projectos onde estão inseridos.

Apelo aos que estiveram na Zona Pedonal de Almada a 16 de Janeiro

Segue um apelo para recolher registos, testemunhos e queixas.

Como já devem saber a polícia tratou de apagar fotos e filmes e/ou confiscar cameras. Por isso há poucos registos do incidente. Quem tiver fotos ou filmes do período da festa pedonal e da violência e confusão que lhe sucederam, por favor partilhem-nos! Publiquem nos vossos blogs, enviem para a imprensa, ou até para lankah [at] gmail [dot] com (o meu email). Quem testemunhou os acontecimentos, por favor conte-nos o que viu, anonimamente ou não, faça comentários em blogs ou artigos ou mande-me um email!

Ainda pode ajudar da seguinte maneira:


Em nome da cidadania e do respeito por todos, desde já muito obrigada.

Quando a cidadania fica refém da intolerância

A polícia tratou os cidadãos presentes na celebração com muito carinho...

Relato retirado do blog de Lanka Horstink, cidadã que se encontrava presente na celebração com a sua filha e que sofreu lesões devidas à carga policial.

>>>

Ontem fui relembrada pouco suavemente de que o inimigo número um de qualquer cidadã activa não são os problemas ambientais, urbanísticos ou mesmo sociais, é antes de mais a intolerância.

Concentração em solidariedade com jovem baleado pela polícia

Passaram-se nove dias sobre o assassinato do Kuku, sem que as autoridades mostrem qualquer sinal de querer revelar a verdade. Kuku Foi enterrado no passado sábado e com ele todos esperam que seja enterrado mais um crime violento cometido pela policia racista, com a cumplicidade dos média e todos @s que ficaram silenciosos perante o renascimento da pena de morte em Portugal.

Basta!

Dia 17 de Janeiro, Sábado, às 16h, vem protestar contra a brutalidade policial. Contra a violência do estado. Vem exigir justiça.

Concentração em frente à 60ª Esquadra, na rua 17 de Setembro no Casal da Boba.

Conteúdo sindicado