Energia Nuclear

Dia 13 de fevereiro, Sexta-feira, as 21h - Conversa Quente e Húmida: As Alterações Climáticas e O Que Fazer por Climáximo

Conversa Quente e Húmida: As Alterações Climáticas e O Que Fazer
por Climáximo
Dia 13 de fevereiro, Sexta-feira, as 21h,
GAIA, Rua da Regueira, 40, Alfama, Lisboa

Dia 12 de Dezembro-6ªf-Jantar popular - GAIA 20h - "Clima: Quioto - Copenhaga - Lima - Paris"

Quioto - Copenhaga - Lima - Paris

Caminhamos para um acordo climático?
Ou caminhamos para um abismo climático?

JANTAR POPULAR E CONVERSA no GAIA
Jantar: 20h
Conversa: 21h

O que é o Jantar Popular?

Dia 7 de Novembro - 6ª Feira - Jantar popular 20h - "O que diz o relatório do IPCC"

Esta sexta-feira, dia 7 de Novembro, haverá jantar popular para falar sobre as novas conclusões sobre o relatório do IPCC, com a apresentação de um breve resumo sobre as mesmas. Vem comer e reflectir e discutir.

O que é o Jantar Popular?

Urgent - International solidarity for anti-nuke Activists in prison in Belarus

* please spread far and wide and encourage people throughout Europe to
contact the Belarus Embassies and demand the immediate release of the 3
jailed anti-nuclear campaigners.*

All these people were peaceful protesters arrested and jailed directly in
Belarus. Full story here:
http://www.charter97.org/en/news/2012/7/18/55280/

Acampamento Anti-nuclear na Alemanha - entre 28 de Julho e 3 de Agosto - Ainda há vagas!

Ainda há Lugares! Divulga nas tuas redes: Acampamento Internacional Anti-Nucelar! (inscrições ainda abertas)

Jantar Popular -17 de Novembro - RDA69 - 20h

Castor: Wir stellen uns quer - Nós Atravessamo-nos 

O próximo Jantar popular, dia 17 de Novembro é sobre o Castor. Castor em alemão significa as caixas onde são transportados os resíduos nucleares. E neste contexto, o Castor é o nome que se deu ao "comboio" que transporta os resíduos nucleares que vêm da Franca para a Alemanha.

32 anos após acidente de Three Mile Island - Concentração em Almaraz exige encerramento de central nuclear

Associações subscritoras: AZU, CAES, Ecologistas en Acción, GAIA e Quercus

No próximo dia 28 de Março cumprem-se 32 anos do acidente de Three Mile Island (TMI), em Harrisburg, nos EUA. Uma fusão parcial do reactor provocou grandes emissões de gases radioactivos para a atmosfera, as quais nunca foram quantificadas, nem analisados os seus efeitos na população. Os efeitos do acidente de Fukushima Daichii, com a situação ainda longe de ser resolvida, superam largamente os de TMI. Para assinalar a data, várias centenas de espanhóis e portugueses concentraram-se este Domingo em Almaraz, para exigir o encerramento da central nuclear a 100 km da fronteira portuguesa.

Concentração a pedir o encerramento da Central Nuclear de Almaraz

Enquanto Fukushima continua a queimar e a ameaçar não apenas o Japão, mas a própria Europa, Espanha continua a operar as suas centrais nucleares, sem dar mostras de as querer encerrar.

O acidente de Fukushima está longe de ser inédito. A concentração foi marcada para assinalar o aniversário do acidente de Three Mile Island, que ocorreu nos EUA a 28 de Março de 1979.

Almaraz é a central nuclear mais próxima da fronteira de Portugal, a cerca de 100 km. Vamos exigir o seu encerramento!

Domingo # 27 Janeiro # 12h00

Nuclear, não obrigado!

Ambientalistas concentraram-se em Lisboa para exigir encerramento das centrais nucleares espanholas

Várias associações ambientalistas concentraram-se esta quinta-feira em Lisboa, diante das embaixadas do Japão e de Espanha, para exigir o encerramento das centrais nucleares espanholas e alertar para os efeitos da radioactividade.

O protesto, convocado em Portugal através das redes sociais, inseriu-se num conjunto de acções de âmbito ibérico, com manifestações simultâneas em 20 cidades espanholas, para exigir o encerramento das centrais nucleares.

Em Lisboa, a concentração iniciou-se junto à embaixada do Japão, na Avenida da Liberdade, onde cerca de duas dezenas de pessoas quiseram “de forma simbólica” prestar solidariedade ao povo japonês, que “enfrenta a ameaça nuclear” da central de Fukushima.

“Esta tragédia no Japão alertou-nos mais uma vez para o enorme perigo que representam as instalações nucleares. Aquilo que exigimos é que de uma vez por todas se opte por uma energia mais limpa e segura”, afirmou à agência Lusa Mara Fé, do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA).

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