Barragens

Jantar Popular - 5 de Janeiro - RDA 69 - Tua: Mais um rio tornado mercadoria?

O modo como a sociedade se organiza e produz os seus próprios meios para viver tem o seu ponto de partida nos recursos naturais (solo, água, mineriais, etc).

A transformação da natureza em mercadoria e a acumulação de riqueza está totalmente relacionada com a uma forma de organização social específica actual: o sistema capitalista.

The Foz Tua Dam Project - ICOMOS . Summary and conclusions

The Foz Tua Dam Project - ICOMOS

Summary and conclusions

Regarding the proposal of the State Party as regards the creation of the Foz Tua Dam Development (FTDD) set in the cultural landscape of the Alto Douro Wine Region (ADWR), we can only but conclude that this will have an irreversible impact and threaten the OUV of the property.

Grande Reportagem Sic - As Novas Barragens

EDP suspende construção da barragem do Alvito

http://economico.sapo.pt/noticias/edp-suspende-construcao-da-barragem-do...

Ana Maria Gonçalves
18/11/11 00:05
O projecto, orçado em 360 milhões de euros, vai ser reanalisado do ponto de vista técnico.
A EDP vai suspender, por três anos, a construção da barragem do Alvito, uma central avaliada em 360 milhões de euros e que foi adquirida ao abrigo do Plano Nacional de Barragens, lançado pelo Governo de José Sócrates.

Debate Programa Nacional de Barragens - Cinco argumentos ridículos: do atentado à anedota

João Joanaz de Melo

Professor de Engenharia do Ambiente na Universidade Nova de Lisboa, presidente do GEOTA

Público -16 de Novembro de 2011

Finalmente, ao fim de quatro anos de esforços de organizações ambientalistas e populações locais, começou a haver algum debate público sobre o programa nacional de barragens (PNBEPH).

Em prol da verdade, vale a pena desmontar alguns argumentos que a propaganda oficial e articulistas mal informados têm vindo a atirar para a arena mediática.

Vídeo da Acção contra a Barragem do Tua

Ver aqui o vídeo da Acção contra construção da Barragem do Tua: http://vimeo.com/31746221

Protesto na foz do Tua: Activistas contra buraco económico provocado pela construção das barragens

A QUERCUS, GAIA, COAGRET, AAVRT, Campo Aberto e Geota saúdam o protesto, decorrido no passado dia 6 de Novembro, alertando para os custos encapotados e avultados da construção das novas barragens, pois estas vão custar aos portugueses um valor equivalente ao actual défice de Portugal. As condições de concessão das novas grandes barragens vão criar novos custos para os consumidores e contribuintes, que vamos ter que pagar durante os 65 a 75 anos de concessão, na factura de electricidade ou através dos impostos.

É estimado que o encargo total das novas barragens para os cidadãos atinja os 16 mil milhões de euros durante a vida da concessão, ou seja 4900 Euros / família. Equivalente ao deficit actual (ver aqui).

Tudo o que ainda precisa de saber sobre as novas barragens

Dia 11 de Outubro, 3ªfeira, a não perder na RTP2 às 19h00, naquele que é
talvez um dos melhores programas da televisão nacional, uma reportagem
essencial!

Dentro de poucos anos vamos ter a eletricidade mais cara do mundo, devido a
um mix energético de parques eólicos e grandes barragens. E no entanto, as
novas barragens do Plano Nacional vão produzir 0% (!) de energia líquida e
custar 16 mil milhões de euros a todos nós. Confuso? É natural. Estas e
outras contas vão ser explicadas no Biosfera desta semana.
Ainda lhe mostramos como se vai perder o po...tencial de desenvolvimento de
Trás-os_montes com a submersão da Linha do Tua. Sabia que esta podia ficar
ligada à alta velocidade espanhola dentro de dois anos?

Hoje, 11 de outubro, 19horas na RTP2. Não perca!

Uma reportagem de Sílvia Camarinha, com imagem de Sérgio Morgado e Tiago
Mendes. O grafismo é de Sofia Miranda. A edição de Marco Miranda.
http://www.facebook.com/photo.php?v=10150347692557295

Depois do Abraço? Não construirão a Barragem no Tua!

No passado Domingo mais de 100 pessoas reuniram-se no rio Tua para afirmarem a sua posição contra a construção daquela barragem. O dia começou com uma caminhada de protesto, onde os activistas passearam pela linha do Tua demonstrando o seu total desagrado em relação 'a construção da Barragem.

No final da caminhada os activistas juntaram-se para um abraço forte ao Tua, ao mesmo tempo que o aliviavam o rio da Barragem que lhe quer estrangular mostrando uma unidade e mobilização forte nesta acção. Realizou-se de seguida uma assembleia popular onde os presentes apresentaram e discutiram várias formas de abraçar o TUA para sempre deixando o plano da barragem nas gavetas dos gestores e o cimento que quer sufocar o rio fora daquele ecossistema.

A Linha do Tua tem uma importância fundamental para o desenvolvimento sustentável e para a qualidade de vida das pessoas desta região e é um meio de grande interesse para a exploração do Turismo na Região de Trás-os-Montes e Alto Douro. O corte da linha amputa um importante eixo de mobilidade inutilizando os 133km de linha férrea que liga Bragança e Mirandela à Linha do Douro e impede a ligação à Régua e Porto.

Vigilia em defesa da Linha do Tua - 18 SETEMBRO 2010 - Lisboa

VIGÍLIA EM DEFESA DA LINHA DO TUA
No próximo dia 18 de Setembro irá decorrer em Lisboa uma Vigília em defesa da Linha do Tua. Esta iniciativa, enquadrada na “Semana Europeia da Mobilidade”, visa reafirmar perante o poder central o direito das populações transmontanas à mobilidade e o importante contributo que esta linha férrea, cujo valor patrimonial de excepção é inegável, deu desde a sua inauguração há 123 anos atrás, para essa mesma mobilidade e para o desenvolvimento do Vale do Tua.

Num momento em que pesa sobre a Linha do Tua a ameaça de submersão, é, mais que nunca, fundamental fazer ouvir a voz das populações do Vale do Tua, dos transmontanos, de todos os que têm defendido esta Linha, de todos os que defendem o direito à mobilidade como uma componente essencial do desenvolvimento e da modernidade, de todos os que consideram o caminho-de-ferro como um transporte amigo do ambiente e ainda de todos os que defendem que os valores patrimoniais deste país devem ser preservados e contribuir para o seu desenvolvimento.

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