Barragens

Jantar Popular + Conversa sobre os impactos da construção de Barragens - 17 de Março (5ªf) - Centro Social do GAIA-lx

Jantar Popular + Conversa sobre os impactos da construção de Barragens - 17 de Março (5ªf) - Centro Social do GAIA-lx

A ementa do jantar será Alho Francês à Brás (sempre  à moda d@ chef)!
Vem jantar + informar-te + pensar num jantar Popular!

Participa no tempero do Jantar Popular!

O Jantar está salgado? O menu é sempre o mesmo? A comida está fria?
Há poucas mesas? ....

As críticas ao Jantar Popular podem sempre ser melhoradas por nós próprios, ou seja, podes sempre contribuir de forma activa para melhorares a qualidade do Jantar Popular!

Vem ser parte do Jantar do Popular!

Aparece amanhã, pelas 16h no Centro Social do GAIA, ao Grupo Desportivo da Mouraria para participar na confecção do Jantar Popular!

A ajuda de todos é sempre imprescindível para, voilá, haver jantar, discussões...avanços :)

Até já!

 

O que é o Jantar Popular?

Linha do Tua em Fotos

Linha do Tua - Brunheda  por Jorge Delfim - O Meu Olhar.

Ficam as fotos, para quem ainda não teve a oportunidade de conhecer ou para quem queira relembrar.

Fotos Linha Do Tua

Espanha projecta a demolição de 20 represas

No passado dia 14 de Março (Dia Internacional contra as Barragens e pelos Rios) Espanha anunciou a intenção de demolir 20 represas.

Este foi o resultado de 1 ano da campanha "Libertando os Rios" da WWF. Os motivos apresentados para a demolição destas represas prendem-se com a alteração da cadencia das correntes provocando inundações, impedimento de movimentos migratórios, zonas de interesse piscícola, abandono, etc.

Outro motivo de peso para esta decisão foi a recentemente aprovada Directiva do Quadro da Agua, que exige certos níveis de qualidade das aguas de superfície difíceis de obter em zonas de aguas paradas (como no caso das lagoas artificiais). 

Estes projecto de demolição está incluído na Estratégia Nacional de Restauração de rios, do Ministério do Meio Ambiente de Espanha, que está ainda a prever (em fase de planeamento) demolir mais 109 represas.

Centenas manifestam-se contra barragens no Vale do Tâmega

GAIA na manifestação contra as barragens no Vale do TâmegaCentenas de pessoas protestaram, neste Sábado em Amarante, contra a construção de seis novas barragens sem ter em conta os prejuízos ambientais.

Ao som de tambores e em torno de alguns mascarados representando animais com existência ameaçada, juntaram-se cerca de 300 pessoas junto à Ponte de Amarante em protesto contra a construção de mais barragens em rios naturais.

No sábado de 13 de Março várias organizações locais e ambientais convocaram essa concentração para manifestar repúdio pela intenção do governo em construir mais 6 novas barragens sem ter em conta os grandes prejuízos ambientais que acarretarão. Melhores resultados se obteriam, em sua opinião, com a manutenção das barragens existentes e uma aposta forte nas energias renováveis.

Salvar o Rio Tâmega - Manifesta-te dia 13 Março!

O movimento Salvar o Tâmega convoca para 13 de Março, Sábado, uma manifestação em Amarante.

Os rios portugueses estão perante uma grave ameaça – a construção de 11 novas grandes barragens, 5 das quais na bacia do Tâmega!

Tal tem sido vendido como um factor de desenvolvimento económico, social e até ambiental mas os factos evidenciam uma enorme destruição ambiental, a perda de muitas centenas de hectares de terrenos produtivos e/ou protegidos, a deterioração da qualidade da água e a perda irreversível de património cultural.

Manifestação de defesa do rio Tâmega e contra a Barragem de Fridão

Grande Manifestação pelo rio Tâmega e contra a Barragem de Fridão

 

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Enquadramento: Depois de fechada a consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão (AHF) e perante a ameaça de várias barragens na sub-bacia do Tâmega e das outras incluídas no famigerado Plano Nacional de Barragens, urge realizar uma acção popular que demonstre a oposição a este plano e sensibilize a população.

Consumidor pagará novos custos de produção das Hidráulicas

A EDP reconhece que as novas contrapartidas, como os dois fundos de desenvolvimento e ambiente para o Sabor e para o Tua e o que eventualmente venha a ser negociado para o Fridão, são e serão tratadas como custos de produção, logo repercutir-se-ão no preço que o consumidor pagar.No mercado com tarifas fixadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), os custos de produção entram sempre na tarifa final, mas como estas barragens vão para o mercado liberalizado, dependerá do preço do mercado e este dependerá muito do preço do petróleo. Haverá períodos em que a EDP conseguirá recuperar o custo associado, outros em que terá de esperar, mas será sempre o consumidor a pagar.

Miguel Sousa Tavares releva argumentos pelos rios

Em entrevista [SIC] de Miguel Sousa Tavares a José Sócrates, foi possível obter uma pequena vitória:

Miguel Sousa Tavares (MST), num programa de grande audiência [«Sinais de Fogo»], chamou atenção que as novas barragens só irão aumentar, no máximo, a produção de energia eléctrica em 3%. MST também referiu que se vão "estragar 10 rios". - Veja aqui a entrevista.


DOCUMENTÁRIO - SABOR DA DESPEDIDA - Estreia na RTP 2, dia 27 de Fevereiro, pelas 21 horas

Estreia na  RTP 2, dia 27 de Fevereiro, pelas 21 horas , o documentário "Sabor da Despedida".

Um documentário sobre a construção da Barragem do Baixo Sabor e consequente fim do último rio selvagem do país.

Autarcas exigem mais da EDP por causa das barragens

"Debaixo das torres eólicas, os animais ainda pastam, debaixo das barragens, não." É o argumento levado ao limite, quase slogan político, do presidente da Câmara de Cabeceiras de Basto, Joaquim Barreto, que lidera a campanha dos três municípios de Basto (Mondim, Celorico e Cabeceiras), que reclamam 2,5 por cento da facturação bruta da futura barragem do Fridão, a construir pela EDP.

Ao contrário do passado, as barragens do Sabor e do Tua, igualmente concessionadas à EDP, já destinam três por cento da sua receita líquida para iniciativas de mitigação do seu impacto, a nível local e regional. No caso do Sabor, é através de um fundo de desenvolvimento e ambiente. Quanto ao Tua, o modelo do respectivo fundo ainda não está fechado, embora o objectivo deva ser semelhante.

Noticia completa no Publico.

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