Este sábado, dia 9 de Abril, um grupo de cerca 15 activistas quis exemplificar como a rua Garret poderia ter outra dinâmica, sem carros (menos "chapa", ruído, fumo, menos perigo) e mais espaço para bem estar e qualidade de vida e disfruto do espaço público.
Fica o texto distribuído nessas horas de sofá, limonadas, cafés, livros, conversas, jogos, discussões e....
"Chegamos a um ponto em que a rua já quase só serve para os carros. Os espaços onde nos encontramos agora são estradas e temos que aguardar ordens para fazer algo tão simples como caminhar, arriscando-nos a sermos mortalmente atropelados.
Não bastasse já quase toda a rua ser estrada, ainda mais espaço é usado só para deixar os automóveis parados. Esse espaço, onde não está ninguém, podia servir para estarmos mais à vontade, para vivermos, para nos encontrarmos uns com os outros.
Em vez disso serve só como uma espécie de armazém ao ar livre. O nosso espaço é subjugado às necessidades do automóvel, e as nossas cidades ficam estéreis porque não há espaço para as pessoas.
Por hoje fazemos esta pequena reconquista. Jogamos, convivemos, e aproveitamos estes metros quadrados.